A liberdade de sermos Nós Próprios
Começo a temática respirando profunda e serenamente, pois
nada é melhor que se mostrar como se é de facto, isto é, a verdadeira essência
do ser! É um puro sentimento de liberdade onde podemos ser espontâneos e autênticos
no nosso percurso de vida em interação com os demais.
Segundo Valério (2017), a individualidade de cada um deve ser reinventada de modo criativo e com responsabilidade, sem receio das críticas externas perante os erros nem do temor em sair da zona de conforto. Assim, haverá abertura ao nível dos valores, da atividade intelectual e desportiva, do sentido de humor, da interação social, das atividades de lazer e outros âmbitos da identidade do indivíduo.
Referências:
Rojas, E. (2012), Não te rendas! 1ª edição, Matéria Prima Edições. Lisboa
Valério, J. ( 2017). A arte de sermos nós mesmos. Acedido no URL.https://www.psicologia.pt/artigos/ver_carreira.php?a-arte-de-sermos-nos-mesmos&id=335
Não podemos negar que somos seres sociais pelo que
implica adaptarmo-nos aos outros sem nos descaracterizarmos. E como isto se
consegue?
Primeiramente, devemos procurar o auto-conhecimento (forças
e potencialidades, mas também vulnerabilidades e limitações) de forma a
sabermos quem somos para posterior aceitação do verdadeiro eu na sua plenitude.
Aliado a isto, é necessário viver de acordo com o que se acredita, os nossos
valores. Por outro lado, temos os
códigos e regras de conduta da sociedade que implicam serem seguidos para uma
boa convivência, pelo que é necessário atender à forma de se expressar e não
ferir o outro (adequação social).
Segundo Valério (2017), a individualidade de cada um deve ser reinventada de modo criativo e com responsabilidade, sem receio das críticas externas perante os erros nem do temor em sair da zona de conforto. Assim, haverá abertura ao nível dos valores, da atividade intelectual e desportiva, do sentido de humor, da interação social, das atividades de lazer e outros âmbitos da identidade do indivíduo.
Para finalizar deixo-vos com quatro dicas práticas do
psiquiatra espanhol Enrique Rojas (2012):
1- Aprender a subtrair importância
ao “que dirão” (o nosso bem-estar não pode depender da opinião dos outros);
2- Sermos nós mesmos, mostrando-nos de forma
espontânea (viver com naturalidade e afabilidade é muito bem aceite nas relações
sociais);
3- Não procurar a
aprovação dos outros (mas sim a aprovação própria, isto consegue-se através do
desenvolvimento da auto-estima para que seja o próprio a julgar o bom ou mau da
sua conduta);
4- Desdramatizar
qualquer falhanço que ocorrer na conduta do próprio (isto é, permitir-se ser
imperfeito, onde os erros e acertos são lições essenciais para o progresso).
Eu sou eu, tu és tu, ele (a) é ele (a), nós somos nós, vós
sóis vós, eles (as) são eles (as)…. Com isto quero dizer que podemos ser nós
mesmos dando espaço para que o outro seja ele e com isto sejamos um todo.
Muito obrigada e até breve !! =)
Referências:
Rojas, E. (2012), Não te rendas! 1ª edição, Matéria Prima Edições. Lisboa
Valério, J. ( 2017). A arte de sermos nós mesmos. Acedido no URL.https://www.psicologia.pt/artigos/ver_carreira.php?a-arte-de-sermos-nos-mesmos&id=335


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